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Professora e alunas do IFPR ministram oficina de games

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O curso Técnico em Informática do IFPR – Foz do Iguaçu participou, nos dias 04 e 11 de novembro, das atividades do Projeto de Extensão da Universidade Federal da Integração LatinoAmericana (Unila) “Meninas na Ciência”. Com um público composto por alunas de escolas públicas do ensino básico, a professora Marcela Turim Koschevic e suas alunas ministraram a oficina “Construção de jogos com o App Inventor”.

O convite para ministrar a atividade partiu das coordenadoras do Projeto, professoras Regiane Tonatto e Carla Gastaldin, que sugeriram a oferta de uma oficina na área da tecnologia. A partir daí, optou-se por trabalhar com o “APP Inventor”, uma plataforma desenvolvida e disponibilizada pelo Massachusetts Institute of Technology(MIT), que usa programação em blocos para construir aplicativos para a plataforma Android.

As alunas do Curso de Informática do IFPR, Nikoly Cover Pereira (1º ano), Sarah Klock Maurício (1º ano), Gabriela Martins Caceres (3º ano), Gabrielly Cristina de Oliveira Souza (1º ano), Maria Eduarda Ditz (1º ano) e Marcela Hikaru Kashima (3º ano), coordenadas pela professora Marcela Turim, ministraram a primeira oficina, realizada na Unila. Elas capacitaram as estudantes dos 8º e 9º anos de escolas públicas atendidas pelo Projeto de Extensão e, como resultado, elas desenvolveram um jogo.

Na segunda-feira (11), a mesma oficina foi ministrada para alunas do Colégio Estadual Flávio Warken. As alunas que ministraram o curso, ao lado da professora marcela, foram: Andressa Schmidt de Souza (1º ano); Andressa Veiga Manini (1º ano); Eliza Oliveira (1º ano); Maria Eduarda de Oliveira Becker (1º Ano) e Maria Eduarda Heck Souza Benedito (1º Ano).

“O que achei mais bacana é que as estudantes atendidas pelo Projeto nunca tinham tido contato com desenvolvimento de software, mas se deram super bem. Nossa intenção é despertar nessas meninas a vontade a seguir em carreiras tecnológicas, visto que o número de vagas de trabalho é relativamente alto no Brasil e no mundo”, justificou a professora Marcela.

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