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Projeto de criação de rãs no Campus Foz integra cursos de Aquicultura e de Cozinha

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O primeiro dia de outubro foi marcado por um almoço de integração entre os cursos de Aquicultura (Técnico e Engenharia) e Técnico em Cozinha do Instituto Federal do Paraná (IFPR) – Campus Foz do Iguaçu. No cardápio, patês à base de fígado de rã, risoto de carne de rã e rã à provençal, prato típico da culinária francesa. A atividade é uma das etapas previstas pelo Projeto de Pesquisa “Instalação e Manejo de Ranicultura” e contou com a presença de servidores do Campus e de alguns alunos dos cursos.

O projeto de Ranicultura está em vigência desde 2010 e é coordenado pelo professor do curso de Engenharia de Aquicultura e do Técnico em Aquicultura, Bruno Erno Steckling. O trabalho envolve todo o ciclo de produção, passando pela criação dos girinos, manutenção do ranário, abate e o beneficiamento. Este último é a realizado no Laboratório de Gastronomia do Campus, com o envolvimento de docentes e alunos do Técnico em Cozinha.

Para o coordenador, o cultivo da rã touro (única espécie produzida para o consumo) tem grande potencial para se difundir na região, mas é preciso apresentar os atrativos da carne e desmistificar possíveis preconceitos. “A carne de rã é saborosa e saudável. A ranicultura é bastante promissora, especialmente, para suprir as demandas dos restaurantes e mercados de Foz do Iguaçu. Por isso, é tão importante a formação de profissionais nessa área, bem como o incentivo aos produtores locais”, destaca o professor Bruno Erno.

O almoço/aula foi coordenado pelo professor do curso de Gastronomia, Raphael Miranda Medeiros Cruz, auxiliado pelo chef e professor do curso Anderson Thomazzoni. O professor Raphael ressalta que a parceria com os cursos da área de Aquicultura já vem sendo desenvolvida há alguns anos. “Não basta só produzir, é preciso unir as ciências para agregar valor aos produtos da região. Além do projeto da ranicultura, temos apoiado diversos projetos de beneficiamento e agregação de valor ao pescado, como no caso da técnica de ‘bacalhau’ de tilápia ou da produção da farinha de peixe”, explica o professor.

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